Os piores personagens de Harry Potter

Harry Potter é uma das sagas literárias mais populares e amadas do mundo, mas nem todos os personagens são igualmente admiráveis ou interessantes. Alguns deles são chatos, irritantes, malvados ou simplesmente desnecessários. Vamos listar os cinco piores personagens de Harry Potter, de acordo com os seguintes critérios:

• O quão importante eles são para a história e o desenvolvimento dos protagonistas

• O quão coerente e complexo é o seu arco narrativo e a sua personalidade

• O quão simpático ou antipático eles são para o leitor e para os outros personagens

• O quão original e criativo é o seu conceito e o seu papel na trama

1. Dolores Umbridge

Dolores Umbridge é uma das vilãs mais odiadas da saga, e com razão. Ela é uma funcionária do Ministério da Magia que é enviada para Hogwarts como professora de Defesa Contra as Artes das Trevas, mas que na verdade tem a missão de controlar e reprimir os alunos e os professores que são leais a Dumbledore e a Harry. Ela é cruel, autoritária, hipócrita e fanática, e usa métodos abusivos e violentos para impor as suas regras. Ela também é responsável por torturar Harry com uma pena mágica que faz com que ele escreva "Eu não devo contar mentiras" com o seu próprio sangue na sua mão.

Umbridge é um personagem que cumpre bem o seu papel de antagonista, mas que não tem muita profundidade ou nuance. Ela é basicamente uma caricatura de uma professora tirana e maléfica, que não tem nenhum traço positivo ou redentor. Ela também não tem uma motivação clara ou convincente para as suas ações, além de ser leal ao Ministério e aodiar Harry e Dumbledore. Ela é um personagem que existe apenas para gerar ódio e repulsa no leitor, mas que não contribui muito para o desenvolvimento da história ou dos personagens principais.

2. Lord Voldemort/Tom Riddle 

Voldemort, cujo verdadeiro nome era Tom Riddle, é o principal antagonista da saga Harry Potter. Um perfeito vilão que semeia o terror e a escuridão por onde passa. Ele é a antítese de Harry em relação a funções, mas se nos aprofundarmos nos personagens, vamos perceber que não são tão diferentes assim1. É como se Voldemort não pudesse existir sem Harry e, ao mesmo tempo, como se Harry não existisse sem Voldemort. São opostos.

Voldemort não apenas cometeu violentos assassinatos em massa e promoveu preconceito e pureza de sangue que se estenderam além do Mundo Mágico, mas também passou anos visando um garotinho que ameaçava sua busca pela imortalidade2. À medida em que ele foi explorando e se aprofundando em magias das trevas, sua aparência foi mudando gradualmente, levando-o a ter uma aparência cada vez mais animalesca e menos humana.

3. Pedro Pettigrew

Pedro Pettigrew é um dos antigos amigos de James Potter, Sirius Black e Remo Lupin, que faziam parte do grupo dos Marotos. Ele era um animago que podia se transformar em um rato, e que era conhecido pelo apelido de Rabicho. Ele era o mais fraco e covarde do grupo, e acabou traindo os seus amigos e se aliando a Voldemort. Ele foi o responsável por revelar a localização dos Potter, que foram assassinados pelo Lorde das Trevas. Ele também foi o responsável por incriminar Sirius pela sua traição, e por ajudar Voldemort a recuperar o seu corpo na quarta história. Ele acabou sendo morto pela sua própria mão de prata, que ele ganhou de Voldemort, depois de hesitar em matar Harry na sétima história.

Pedro Pettigrew é um personagem que tem uma importância crucial para a trama, mas que não tem uma consistência ou uma coerência no seu arco narrativo. Ele é apresentado como um amigo leal e inocente dos Marotos, que foi injustamente acusado de ser um traidor, mas depois é revelado como um traidor cruel e egoísta, que não tem nenhum remorso ou arrependimento pelas suas ações. Ele também não tem uma explicação plausível ou satisfatória para as suas mudanças de lealdade, além de ser motivado pelo medo e pela sobrevivência. Ele é um personagem que não tem uma personalidade definida ou complexa, e que não evolui ou se redime ao longo da saga.

4. Gilderoy Lockhart

Gilderoy Lockhart é um famoso escritor e aventureiro que é contratado como professor de Defesa Contra as Artes das Trevas na segunda história. Ele é um homem bonito, charmoso e narcisista, que vive se gabando das suas supostas façanhas e conquistas, e que tem uma legião de fãs, principalmente mulheres. Ele também é um bruxo incompetente e fraudulento, que na verdade roubou as histórias e as memórias de outros bruxos mais talentosos, e que usou a sua fama e o seu dinheiro para encobrir as suas mentiras. Ele acaba sendo desmascarado por Harry e Rony, que o levam para a Câmara Secreta, onde ele tenta apagar as suas memórias, mas acaba apagando as suas próprias, ficando permanentemente amnésico.

Gilderoy Lockhart é um personagem que tem um papel cômico e satírico na história, mas que não tem muita utilidade ou propósito além disso. Ele é um personagem que serve para criticar a vaidade, a falsidade e a superficialidade do mundo da fama e da mídia, mas que não tem nenhuma conexão ou relevância para a trama principal ou para os personagens principais. Ele também não tem uma personalidade ou uma motivação muito elaborada ou convincente, além de ser um impostor egocêntrico e inútil. Ele é um personagem que poderia ter sido mais divertido ou interessante, mas que acaba sendo irritante e dispensável.

5. Cornelius Fudge

Cornelius Fudge é o Ministro da Magia durante a maior parte da saga, e é o principal representante do governo e da autoridade no mundo bruxo. Ele é um homem velho, careca e de óculos, que veste um terno verde e um chapéu de coco. Ele é um político incompetente, corrupto e obstinado, que se recusa a reconhecer ou a enfrentar a ameaça de Voldemort, e que prefere negar, ignorar ou distorcer os fatos que contradizem a sua visão. Ele também é um inimigo de Dumbledore e de Harry, que ele tenta desacreditar e desautorizar, usando a sua influência e o seu poder para manipular e controlar a opinião pública e as instituições mágicas. Ele acaba sendo deposto e substituído por Rufus Scrimgeour na sexta história, depois de ser forçado a admitir o retorno de Voldemort.

Cornelius Fudge é um personagem que tem uma influência negativa e prejudicial na história, mas que não tem nenhuma justificativa ou razão para as suas ações. Ele é um personagem que representa a incompetência, a corrupção e a covardia do governo e da burocracia, mas que não tem nenhuma origem ou contexto que explique o seu comportamento ou as suas decisões. Ele também não tem uma personalidade ou uma moralidade muito definida ou complexa, além de ser um político medroso e arrogante, que se preocupa apenas com a sua imagem e o seu cargo. Ele é um personagem que poderia ter sido mais realista ou crítico, mas que acaba sendo caricatural e frustrante.

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