Nascia Anne Volant mãe de JK Rowling em 5 de fevereiro de 1945



JK Rowling, a autora da saga Harry Potter, é uma das escritoras mais bem-sucedidas e influentes do mundo. Mas antes de se tornar uma celebridade literária, ela enfrentou muitos desafios e dificuldades em sua vida pessoal. Um dos momentos mais marcantes e tristes de sua trajetória foi a morte de sua mãe, Anne Volant, vítima de esclerose múltipla, em 1990. Mas quem foi Anne Volant e como foi sua vida?

Anne Volant nasceu em 5 de fevereiro de 1945, em Luton, Bedfordshire, na Inglaterra. Ela era filha de Stanley George Volant, um engenheiro, e Kathleen Ada Bulgen, uma secretária. Ela tinha uma irmã mais nova, Dianne, e uma meia-irmã mais velha, Janet, fruto de um casamento anterior de seu pai. Anne cresceu em uma família de classe média e teve uma infância feliz e tranquila. Ela era uma aluna inteligente e dedicada, que gostava de ler e escrever. Ela também era muito bonita e atraente, com cabelos loiros e olhos azuis.

Anne conheceu Peter John Rowling, um jovem de Bristol, em 1964, quando ambos trabalhavam na Rolls Royce, uma empresa de motores aeronáuticos. Eles se apaixonaram e se casaram em 14 de março de 1965, em uma cerimônia simples e íntima. Anne estava grávida de seu primeiro filho, que nasceria em 31 de julho de 1965, em Yate, Gloucestershire. Era uma menina, que recebeu o nome de Joanne, em homenagem à mãe. Mais tarde, ela adotaria o nome artístico de JK Rowling, usando a inicial de sua avó paterna, Kathleen.

Anne e Peter formaram uma família amorosa e unida, que se mudou várias vezes por causa do trabalho de Peter. Eles tiveram mais um filho, David, em 1967, e se estabeleceram em Chepstow, no País de Gales, em 1974. Anne era uma mãe carinhosa e atenciosa, que incentivava a criatividade e a imaginação de seus filhos. Ela lia para eles histórias de fantasia, como O Hobbit, de J.R.R. Tolkien, e As Crônicas de Nárnia, de C.S. Lewis. Ela também os levava para passear na floresta e no castelo de Chepstow, onde Joanne começou a inventar suas próprias histórias.

Joanne era muito próxima de sua mãe e a considerava sua melhor amiga. Ela compartilhava com ela seus sonhos e seus escritos. Anne era a primeira e a mais entusiasmada leitora de Joanne, que lhe mostrava seus cadernos cheios de histórias e desenhos. Anne sempre apoiou e encorajou a filha a seguir sua vocação de escritora, mesmo quando ela enfrentou dificuldades e rejeições.

Infelizmente, a vida de Anne mudou drasticamente em 1980, quando ela foi diagnosticada com esclerose múltipla, uma doença degenerativa e incurável que afeta o sistema nervoso. Anne tinha apenas 35 anos e seus filhos eram adolescentes. Ela começou a perder gradualmente seus movimentos, sua visão e sua fala. Ela passou a depender cada vez mais de seu marido e de seus filhos, que cuidavam dela com amor e dedicação. Ela também recebeu o apoio de seus amigos e parentes, que a visitavam e a confortavam.

Anne lutou bravamente contra a doença por dez anos, mas seu estado de saúde piorou progressivamente. Ela morreu em 30 de dezembro de 1990, aos 45 anos, em sua casa, cercada por sua família. Sua morte foi um golpe devastador para Joanne, que tinha 25 anos e estava grávida de sua primeira filha, Jessica. Joanne ficou arrasada e entrou em uma profunda depressão. Ela sentia que tinha perdido uma parte de si mesma e que nunca mais seria feliz.

A morte de Anne foi um dos principais motivos que levaram Joanne a se mudar para Portugal, em 1991, em busca de uma nova vida. Lá, ela se casou com Jorge Arantes, um jornalista, mas o casamento não deu certo e eles se divorciaram em 1993. Joanne voltou para a Inglaterra com sua filha e enfrentou uma situação de pobreza e desemprego. Foi nesse período difícil que ela se dedicou a escrever o primeiro livro de Harry Potter, que seria publicado em 1997 e se tornaria um fenômeno mundial.

A mãe de JK Rowling foi uma das maiores inspirações e influências para a criação da saga Harry Potter. Anne foi a primeira pessoa para quem Joanne contou a ideia da história, em 1990, durante uma viagem de trem. Ela nunca chegou a ler o livro, mas Joanne sempre pensou nela enquanto escrevia. Ela dedicou o sétimo e último livro, Harry Potter e as Relíquias da Morte, à sua mãe e a seu pai. Ela também usou o nome de sua mãe, Anne, como um dos pseudônimos de Harry Potter, quando ele se disfarçou de um parente de Bathilda Bagshot, em Godric's Hollow.

A morte de Anne também influenciou a forma como Joanne retratou a morte e o luto na saga Harry Potter. Ela disse que a morte é o tema central dos livros e que ela explorou sua própria dor e angústia através dos personagens. Ela disse que se identificava muito com Harry, que perdeu seus pais quando era bebê e que sentia uma profunda saudade deles. Ela também se inspirou na doença de sua mãe para criar a maldição Cruciatus, que causa dor insuportável e danos irreversíveis ao corpo e à mente.

Anne Volant foi uma mulher forte, corajosa, bondosa e generosa, que deixou um legado de amor e esperança para sua família e para o mundo. Ela vive na memória e no coração de sua filha, que a homenageou em sua obra e em sua vida. Ela também vive na imaginação e na admiração de milhões de leitores, que se emocionam e se inspiram com a história de Harry Potter e de sua criadora.

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