E se Harry Potter não fosse o escolhido - Neville Longbottom e as Relíquias da Morte

Harry Potter e as Relíquias da Morte é o sétimo e último livro da série Harry Potter, escrita por J.K. Rowling. O livro narra os eventos finais da guerra entre o mundo mágico e o Lorde das Trevas, Voldemort, que busca a imortalidade e o domínio absoluto. No entanto, neste artigo, vamos explorar uma versão alternativa da história, onde o protagonista não é Harry Potter, mas sim Neville Longbottom, o menino que poderia ter sido o escolhido.

A Profecia

A profecia que determinou o destino de Harry Potter e Voldemort foi feita pela professora Sibila Trelawney, em uma entrevista para o cargo de professora de Adivinhação em Hogwarts. Ela disse:

"O único com poder de derrotar o Lorde das Trevas se aproxima... nascido dos que o desafiaram três vezes, nascido ao terminar o sétimo mês... e o Lorde das Trevas o marcará como seu igual, mas ele terá um poder que o Lorde das Trevas desconhece... e um dos dois deverá morrer na mão do outro, pois nenhum poderá viver enquanto o outro sobreviver... o único com poder de derrotar o Lorde das Trevas nascerá quando o sétimo mês terminar..."

Essa profecia poderia se referir a dois meninos nascidos no final de julho de 1980: Harry Potter e Neville Longbottom. Ambos eram filhos de pais que desafiaram Voldemort três vezes, e ambos tinham um poder que Voldemort desconhecia: a capacidade de amar. No entanto, Voldemort escolheu Harry como seu alvo, por acreditar que ele era o mais parecido com ele, por ser meio-sangue. Ao tentar matá-lo, Voldemort lançou sobre Harry uma maldição que deixou uma cicatriz em forma de raio em sua testa, e que também transferiu parte de sua alma para o menino, tornando-o uma de suas Horcruxes, objetos que guardavam pedaços de sua alma e que garantiam sua imortalidade.

Mas e se Voldemort tivesse escolhido Neville? E se ele tivesse invadido a casa dos Longbottom, e tentado matar o pequeno Neville, que estava no berço? E se ele tivesse lançado sobre ele a mesma maldição, que teria deixado uma marca em seu rosto, e que também teria feito dele uma Horcrux? E se ele tivesse sido salvo pelo sacrifício de sua mãe, Alice, que se colocou entre ele e Voldemort, e que teria morrido no lugar dele, assim como Lily Potter fez por Harry? E se Neville tivesse sido o menino que sobreviveu?

A Jornada

Neville Longbottom teria crescido com seu avô, que teria lhe contado sobre seus pais, Frank e Alice, que eram aurores, membros da elite do Ministério da Magia, e que foram torturados até a loucura pelos Comensais da Morte, seguidores de Voldemort, após a queda do Lorde das Trevas. Ele teria recebido sua carta de Hogwarts, e teria embarcado no Expresso de Hogwarts, onde teria conhecido Harry Potter, Rony Weasley e Hermione Granger, que se tornariam seus amigos. Ele teria sido selecionado para a Grifinória, a casa dos corajosos, assim como seus pais e avô.

Neville teria enfrentado muitos desafios em sua vida escolar, como aulas difíceis, professores rigorosos, valentões, e até mesmo o retorno de Voldemort, que buscava recuperar seu corpo e seu poder. Ele teria descoberto que era o escolhido, o único que poderia derrotar Voldemort, e que teria que encontrar e destruir as Horcruxes, antes de enfrentar o Lorde das Trevas em um duelo final. Ele teria contado com a ajuda de seus amigos, de Dumbledore, o diretor de Hogwarts, e da Ordem da Fênix, uma organização secreta que lutava contra Voldemort.

Neville teria demonstrado muita coragem, lealdade, determinação e humildade em sua jornada. Ele teria superado seus medos, suas inseguranças, suas dúvidas, e teria se tornado um líder, um herói, um símbolo de esperança. Ele teria aprendido a usar sua varinha, sua espada, sua inteligência, seu coração. Ele teria enfrentado dragões, dementadores, basiliscos, lobisomens, gigantes, aranhas, serpentes, e até mesmo a morte. Ele teria perdido amigos, familiares, professores, e até mesmo a si mesmo, quando descobriu que era uma Horcrux, e que teria que se sacrificar para destruir Voldemort.

O Final

Neville Longbottom teria chegado ao clímax de sua saga, no dia 2 de maio de 1998, na Batalha de Hogwarts, o confronto final entre o bem e o mal. Ele teria liderado a resistência dos estudantes, professores e membros da Ordem da Fênix, que defendiam o castelo contra as forças de Voldemort. Ele teria visto muitos de seus amigos caírem em combate, como Fred Weasley, Remo Lupin, Ninfadora Tonks, Colin Creevey, e até mesmo Harry Potter, que teria se sacrificado para destruir a Horcrux que havia dentro dele.

Neville teria sido o último a se levantar, quando Voldemort declarou sua vitória, e exigiu que os sobreviventes se rendessem. Ele teria se recusado a se curvar, e teria desafiado Voldemort, dizendo que Harry não estava morto, mas sim vivo em seus corações, e que ele nunca seria derrotado, enquanto houvesse alguém que lutasse por ele. Ele teria pego a espada de Godric Gryffindor, o fundador da Grifinória, e teria cortado a cabeça de Nagini, a cobra de Voldemort, e a última de suas Horcruxes.

Neville teria então enfrentado Voldemort em um duelo épico, onde ambos lançavam feitiços poderosos, que se chocavam no ar, criando explosões e faíscas. Neville teria usado toda a sua força, sua vontade, sua magia, para resistir aos ataques de Voldemort, que se enfurecia cada vez mais, ao ver que seu adversário não se rendia. Neville teria então visto uma brecha na defesa de Voldemort, e teria lançado um feitiço simples, mas eficaz: Expelliarmus, o desarmamento. O feitiço teria atingido a varinha de Voldemort, que teria voado de sua mão, e teria ido parar na mão de Neville. Voldemort teria então ficado vulnerável, e teria sido atingido pela sua própria maldição, que teria ricocheteado em seu peito, e o teria matado.

Neville Longbottom teria sido o vencedor, o salvador, o escolhido. Ele teria sido aclamado por todos, que teriam gritado seu nome, e o teriam abraçado. Ele teria chorado, de alívio, de alegria, de tristeza. Ele teria visto Harry Potter se levantar, revelando que ele não estava morto, mas sim em um estado de limbo, onde ele conversou com Dumbledore, e voltou à vida. Ele teria abraçado Harry, e teria lhe agradecido, por ter sido seu amigo, seu irmão, seu mentor. Ele teria visto Hermione Granger e Rony Weasley se beijarem, e teria sorrido, feliz por eles. Ele teria visto Gina Weasley, a irmã de Rony, e teria se apaixonado por ela, e teria lhe beijado também.

Neville Longbottom teria vivido feliz para sempre, com Gina, com quem teria se casado, e teria tido três filhos: Frank, Alice e Lily. Ele teria se tornado professor de Herbologia em Hogwarts, e teria ensinado seus alunos sobre as maravilhas das plantas mágicas. Ele teria visitado seus pais no Hospital St. Mungus para Doenças e Acidentes Mágicos, onde eles ainda viviam, e teria lhes contado sobre suas aventuras, suas vitórias, suas perdas. Ele teria esperado que eles se orgulhassem dele, que eles o reconhecessem, que eles o amassem. Ele teria visto seus pais sorrirem, e teria sentido que eles o amavam, mesmo que não pudessem dizer.

Neville Longbottom teria sido feliz, muito feliz. Ele teria sido o escolhido, mas também teria sido ele mesmo. Ele teria sido Neville Longbottom, o menino que sobreviveu, o menino que venceu, o menino que amou.

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