O Diário de Tom Riddle: Uma Análise da Primeira Horcrux de Voldemort


O diário de Tom Riddle é um dos objetos mais misteriosos e perigosos da saga Harry Potter, pois se trata da primeira Horcrux que o jovem bruxo das trevas criou para preservar uma parte de sua alma e garantir sua imortalidade. O diário foi usado por Voldemort para tentar reabrir a Câmara Secreta e libertar o basilisco, um monstro capaz de matar com o olhar, que estava escondido nas entranhas de Hogwarts. O diário também serviu como um meio de comunicação entre o passado e o presente, permitindo que a memória de Tom Riddle manipulasse e possuísse Gina Weasley, uma aluna do primeiro ano que encontrou o diário entre seus livros escolares. O diário foi destruído por Harry Potter, que usou uma presa de basilisco para perfurar suas páginas, eliminando assim uma das sete Horcruxes de Voldemort.

Neste artigo, vamos analisar o diário de Tom Riddle sob diferentes aspectos: sua origem, sua função, sua influência, sua destruição e seu significado. Vamos explorar as motivações de Voldemort para criar essa Horcrux, as características mágicas do diário, os efeitos que ele causou em Gina e em Harry, e as implicações que sua existência teve para a história da magia.

Origem do diário

O diário de Tom Riddle era um caderno simples, encadernado em couro preto, que ele comprou em uma papelaria trouxa quando tinha dezesseis anos[^1^][1]. Tom Riddle era um órfão que cresceu em um orfanato trouxa, sem saber que era um bruxo, até que foi visitado por Alvo Dumbledore, que lhe revelou sua verdadeira identidade e o convidou para estudar em Hogwarts. Lá, ele descobriu que era descendente de Salazar Slytherin, um dos fundadores da escola e um dos maiores bruxos da história, que tinha a capacidade de falar com as cobras, a ofidioglossia. Tom Riddle herdou essa habilidade, e usou-a para localizar e abrir a Câmara Secreta, um lugar oculto em Hogwarts que abrigava o basilisco, uma serpente gigantesca que Slytherin deixou como um legado para seus herdeiros.

Tom Riddle tinha uma obsessão pela imortalidade, e buscava meios de se proteger da morte. Ele estudou as Artes das Trevas, e descobriu a existência das Horcruxes, objetos mágicos que podiam conter um fragmento da alma de um bruxo, tornando-o invulnerável. Para criar uma Horcrux, era necessário cometer um assassinato, pois esse ato dividia a alma do bruxo, permitindo que ele separasse uma parte dela e a transferisse para um objeto. Tom Riddle escolheu o diário como sua primeira Horcrux, e usou a morte de Murta Warren, uma aluna da Corvinal que foi morta pelo olhar do basilisco, para realizar o ritual. Ele guardou o diário consigo, e planejava usá-lo no futuro para reabrir a Câmara e continuar sua missão de eliminar os nascidos-trouxas, os bruxos que não tinham pais mágicos, e que ele considerava inferiores.

Função do diário

O diário de Tom Riddle tinha duas funções principais: servir como uma Horcrux, e servir como um instrumento para reabrir a Câmara Secreta. Como uma Horcrux, o diário continha uma parte da alma de Voldemort, e era uma garantia de sua sobrevivência, mesmo que seu corpo fosse destruído. Como um instrumento, o diário era capaz de se comunicar com quem o escrevesse, e de influenciar seus pensamentos e ações. O diário podia mostrar as memórias de Tom Riddle, e até mesmo criar uma projeção física dele, que era uma cópia fiel de sua aparência e personalidade aos dezesseis anos.

O diário foi confiado por Voldemort a Lúcio Malfoy, um de seus seguidores mais fiéis, durante a Primeira Guerra Bruxa, que ocorreu entre 1970 e 1981. Voldemort ordenou que Malfoy usasse o diário para reabrir a Câmara Secreta em um momento oportuno, mas ele não teve a chance de fazê-lo, pois Voldemort foi derrotado por Harry Potter, que era apenas um bebê, em 1981. Malfoy guardou o diário por mais de uma década, até que, em 1992, ele decidiu se livrar dele, pois suspeitava que o Ministério da Magia estava investigando as possíveis relíquias de Voldemort. Ele aproveitou uma visita à loja de livros Floreios e Borrões, e colocou o diário no caldeirão de Gina Weasley, a irmã mais nova de Rony Weasley, que era amigo de Harry Potter. Malfoy esperava que o diário causasse problemas para os Weasley, que eram uma família pobre e simpática aos nascidos-trouxas, e que também reabrisse a Câmara, provocando o pânico em Hogwarts.

Influência do diário

O diário exerceu uma forte influência sobre Gina Weasley, que começou a escrever nele assim que o encontrou. Ela contou ao diário todos os seus segredos e sentimentos, inclusive sua paixão por Harry Potter. O diário respondia às suas mensagens, e se apresentava como Tom Riddle, um amigo que queria ajudá-la. Gina não sabia que Tom Riddle era na verdade Voldemort, nem que ele estava usando o diário para se alimentar de sua força vital e recuperar sua forma física. Tom Riddle também usou o diário para possuir Gina, e fazê-la realizar atos que ela não se lembrava depois, como escrever mensagens ameaçadoras nas paredes, e soltar o basilisco na escola. O basilisco atacou vários alunos e professores, e os petrificou com seu olhar mortal. Entre as vítimas, estavam Hermione Granger, a melhor amiga de Harry e Rony, e a própria Murta Warren, que já era um fantasma.

Harry Potter também teve contato com o diário, quando o encontrou no banheiro das meninas, onde Gina o havia jogado depois de perceber que ele era a causa dos ataques. Harry escreveu no diário, e foi levado por ele para uma memória de cinquenta anos atrás, onde viu Tom Riddle acusando Hagrid, o guarda-caças de Hogwarts, de ser o responsável pela abertura da Câmara Secreta e pela morte de Murta. Harry ficou confuso, pois ele conhecia e gostava de Hagrid, e não acreditava que ele fosse capaz de tal coisa. Harry devolveu o diário para Gina, sem saber que estava colocando-a em perigo.

Destruição do diário

O diário foi destruído por Harry Potter, que conseguiu resgatar Gina Weasley da Câmara Secreta, onde ela havia sido levada por Tom Riddle. Harry enfrentou o basilisco, e conseguiu matá-lo com a ajuda de Fawkes, a fênix de Dumbledore, que arrancou os olhos do monstro e trouxe a espada de Godric Gryffindor, outro fundador de Hogwarts, para Harry. No entanto, Harry foi ferido por uma presa de basilisco, que ficou cravada em seu braço. O veneno do basilisco era fatal, e Harry estava prestes a morrer, quando Fawkes derramou suas lágrimas sobre a ferida, curando-o. As lágrimas da fênix eram um dos poucos antídotos para o veneno do basilisco.

Harry usou a presa de basilisco para perfurar o diário de Tom Riddle, que estava ao lado de Gina. O diário sangrou tinta preta, e a memória de Tom Riddle se contorceu e desapareceu. A Horcrux foi destruída, e Gina recuperou a consciência. Harry e Gina foram salvos por Fawkes, que os levou para fora da Câmara, junto com Rony e o professor Gilderoy Lockhart, que havia tentado apagar a memória deles, mas acabou se atrapalhando com sua própria varinha. Harry entregou o diário a Dumbledore, que reconheceu o que ele era, e elogiou Harry Potter. 

Significado do diário

O diário de Tom Riddle tem um grande significado para a história da magia, pois é a primeira Horcrux que Voldemort criou, e a primeira que Harry Potter destruiu. O diário revela aspectos importantes da personalidade e da trajetória de Voldemort, como sua origem humilde, sua ambição desmedida, sua crueldade, sua inteligência, sua habilidade mágica, sua busca pela imortalidade e sua aversão aos nascidos-trouxas. O diário também mostra como Voldemort era capaz de enganar e seduzir as pessoas, usando seu charme e sua eloquência, para atingir seus objetivos. O diário é um exemplo de como Voldemort usava objetos que tinham algum valor histórico ou sentimental para ele, como as relíquias dos fundadores de Hogwarts, para criar suas Horcruxes.

O diário também tem um grande significado para Harry Potter, pois é o primeiro contato que ele tem com Voldemort, além da cicatriz em sua testa. Harry descobre que ele e Voldemort têm algumas semelhanças, como a capacidade de falar com as cobras, a orfandade, a casa em que foram selecionados e a espada de Gryffindor. Harry também descobre que ele é o único capaz de impedir Voldemort, pois ele é o único que pode destruir suas Horcruxes. Harry demonstra sua coragem, sua lealdade, sua determinação e sua compaixão ao salvar Gina e ao enfrentar o basilisco e o diário. Harry também recebe a ajuda de Fawkes e de Dumbledore, que se tornam seus aliados e mentores na luta contra Voldemort.

O diário de Tom Riddle é um objeto mágico fascinante e aterrorizante, que revela muito sobre o passado e o presente de Voldemort e de Harry Potter. O diário é a primeira Horcrux que Voldemort criou, e a primeira que Harry Potter destruiu, marcando o início de uma batalha épica entre o bem e o mal. O diário é um instrumento de comunicação, de manipulação, de possessão e de destruição, que mostra o poder e o perigo das palavras escritas. O diário é um testemunho da história da magia, que envolve os fundadores de Hogwarts, os herdeiros de Slytherin, os nascidos-trouxas, os fantasmas, as fênix, os basiliscos e as espadas. O diário é, enfim, uma obra-prima da literatura fantástica, que encanta e assusta os leitores de Harry Potter.

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