As Mandrágoras de Harry Potter: Uma Planta Mágica e Misteriosa



As Mandrágoras são plantas que aparecem na série de livros e filmes de Harry Potter, escrita por J.K. Rowling. Elas são conhecidas por terem raízes que se parecem com seres humanos e que emitem gritos mortais quando são arrancadas da terra. Elas também têm propriedades curativas e são usadas para preparar poções que podem restaurar pessoas que foram petrificadas por criaturas mágicas.

Neste artigo, vamos explorar a origem, a descrição, os usos e as curiosidades sobre as Mandrágoras de Harry Potter, bem como as suas relações com as lendas e mitos sobre essa planta no mundo real.

Origem das Mandrágoras de Harry Potter

No universo de Harry Potter, as Mandrágoras são plantas que fazem parte do currículo de Herbologia da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Os alunos aprendem sobre elas e a replantá-las no segundo ano.

As Mandrágoras têm uma origem macabra, segundo a crença popular. Elas nascem de uma gota do sêmen de um homem que foi enforcado e que caiu no chão. Por isso, elas têm uma aparência humana e um grito fatal.

No entanto, essa origem não é confirmada pela ciência mágica, que considera as Mandrágoras como plantas normais, que se reproduzem por sementes ou por estacas.

Descrição das Mandrágoras de Harry Potter

As Mandrágoras são plantas que têm folhas verdes ou amarronzadas e raízes marrons, que se assemelham a rostos humanos. As raízes jovens lembram rostos de bebês, mas à medida que a planta cresce, o rosto amadurece junto.

As Mandrágoras são muito sensíveis e temperamentais. Elas não gostam de ser desenterradas e soltam um grito agudo quando isso acontece. O grito de uma Mandrágora madura pode matar qualquer pessoa que o ouça, mas os gritos de uma Mandrágora jovem normalmente só fazem a pessoa desmaiar por algumas horas. Para estudá-las em Herbologia, os alunos devem usar abafadores para proteger seus ouvidos dos gritos.

As Mandrágoras também têm comportamentos semelhantes aos dos humanos. No ano letivo de 1992-1993, as Mandrágoras de Hogwarts tornaram-se reservadas e rebeldes em um determinado momento, o que indica que elas estavam atingindo a puberdade¹. Mais tarde, elas fizeram uma festa barulhenta, comportamento que também é comparável ao de humanos adolescentes. Hagrid mencionou que há Mandrágoras com acne. Um sinal de que elas estão totalmente amadurecidas é quando começam a se mudar para outros vasos.

Usos das Mandrágoras de Harry Potter

As Mandrágoras são plantas de grande poder restaurativo, portanto são um componente vital em qualquer poção restaurativa. O resultado disso é que elas são necessárias no segundo livro, onde foram usadas para preparar uma poção que curou as vítimas de petrificação após a reabertura da Câmara Secreta.

Para fazer a poção, as Mandrágoras maduras devem ser cortadas em pedaços pequenos e fervidas em um caldeirão. A poção tem uma cor verde e um cheiro desagradável. Ela deve ser administrada por via oral às pessoas petrificadas, que logo recuperam a consciência e o movimento.

As Mandrágoras também podem ser usadas como armas, como foi demonstrado na Batalha de Hogwarts. A professora Sprout, Neville Longbottom e outros estudantes lançaram Mandrágoras sobre as ameias do castelo para atacar os Comensais da Morte. Os gritos das Mandrágoras causaram muitas baixas entre os inimigos.

Curiosidades sobre as Mandrágoras de Harry Potter

As Mandrágoras de Harry Potter são baseadas em lendas e mitos sobre essa planta no mundo real. A mandrágora é uma planta da família das solanáceas, que inclui o tomate, a batata e a beladona. Ela tem folhas grandes e flores roxas ou brancas. Sua raiz é grossa e ramificada, e às vezes se parece com um corpo humano. Ela é nativa da região do Mediterrâneo e do Oriente Médio.

A mandrágora é uma planta que fascina e aterroriza os humanos desde a Antiguidade. Ela era usada como remédio, afrodisíaco, alucinógeno e amuleto. Ela também era associada à magia, à bruxaria e ao diabo. Ela aparece em diversas obras literárias, como a Bíblia, o Eneida, o Fausto e o Macbeth.

A mandrágora também tem uma reputação de ser uma planta perigosa e mortal. Ela contém substâncias tóxicas que podem causar alucinações, delírios, convulsões e parada cardíaca. Ela também era acreditada por ter um grito que matava quem a arrancava da terra. Para evitar esse risco, os antigos usavam métodos como amarrar a raiz a um cão e fazer com que ele a puxasse, enquanto o colhedor se afastava e tapava os ouvidos.

A mandrágora é uma planta que inspirou muitas histórias e lendas ao longo da história. J.K. Rowling soube aproveitar esse potencial e criou as Mandrágoras de Harry Potter, que são uma parte importante e divertida do seu universo mágico.

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