Harry Potter e a Magia do Natal – Uma História Não Oficial


Uma história não oficial de Harry Potter ambientada no Natal. 

Harry Potter estava ansioso para passar o Natal em Hogwarts, longe dos Dursley. Ele sabia que seus amigos Ron e Hermione também ficariam na escola, e ele esperava ter um tempo divertido com eles. Mas ele não contava com a visita inesperada de um velho inimigo: Lord Voldemort.

Voldemort tinha um plano maligno para invadir Hogwarts e capturar Harry. Ele usou um feitiço para se disfarçar de Papai Noel e se infiltrar na festa de Natal do Salão Principal. Ele trouxe consigo um saco cheio de presentes envenenados, que ele pretendia distribuir aos alunos e professores.

Harry, porém, desconfiou do Papai Noel falso. Ele notou que ele tinha um nariz muito longo e uma cicatriz na testa. Ele também percebeu que ele não era muito simpático com os outros convidados, e que ele murmurava algo sobre "sangue-ruim" e "lodo". Harry decidiu seguir o Papai Noel falso e descobrir o que ele estava tramando.

Ele o viu entrando em uma sala vazia, onde ele tirou o disfarce e revelou sua verdadeira identidade. Harry ficou horrorizado ao ver o rosto pálido e sem nariz de Voldemort. Ele se preparou para enfrentá-lo, mas antes que ele pudesse fazer qualquer coisa, Voldemort lançou um feitiço contra ele.

- Expelliarmus! - gritou Voldemort, fazendo a varinha de Harry voar para longe.

- Avada Kedavra! - gritou Harry, usando sua magia sem varinha.

Os dois feitiços se chocaram no ar, criando uma explosão de luz e som. Harry e Voldemort foram jogados para trás, caindo no chão. Harry se levantou rapidamente e correu para pegar sua varinha, mas Voldemort foi mais rápido. Ele apontou sua varinha para Harry e disse:

- Agora você vai morrer, Potter. Nada pode salvá-lo. Nem mesmo o espírito do Natal.

Nesse momento, Harry ouviu uma voz familiar vindo da porta:

- Não tão rápido, Voldemort! - disse Dumbledore, entrando na sala com um grupo de professores e alunos. - Você não vai machucar Harry Potter. Nós estamos aqui para protegê-lo.

- Dumbledore! - exclamou Voldemort, surpreso. - Como você sabia que eu estava aqui?

- Eu vi você entrando na escola com seu disfarce ridículo de Papai Noel - disse Dumbledore. - Você realmente achou que eu não reconheceria você? Você é o bruxo mais procurado do mundo.

- E você é o bruxo mais tolo do mundo - disse Voldemort. - Você acha que pode me deter com essa turba de incompetentes? Eu sou o senhor das trevas. Eu tenho o poder de destruir vocês todos.

- Você não tem nada, Voldemort - disse Dumbledore. - Você não tem amigos, nem família, nem amor. Você só tem ódio e medo. Você é um homem vazio, sem alma.

- Cale-se! - gritou Voldemort. - Você não sabe nada sobre mim. Você não sabe o que eu sofri nas mãos dos trouxas. Você não sabe o que eu fiz para me tornar imortal. Você não sabe o que eu planejo para o futuro.

- Eu sei o suficiente, Voldemort - disse Dumbledore. - Eu sei que você é um tirano cruel, que quer dominar o mundo mágico e exterminar todos os que se opõem a você. Eu sei que você é obcecado por Harry Potter, porque ele é a única pessoa que pode derrotá-lo. Eu sei que você teme a morte mais do que qualquer coisa.

- E você não? - perguntou Voldemort. - Você não tem medo de morrer?

- Não - disse Dumbledore. - Eu aceito a morte como parte da vida. Eu sei que há coisas piores do que morrer. Como viver sem esperança, sem sonhos, sem alegria.

- Que tolice! - disse Voldemort. - A morte é o fim de tudo. Não há nada depois dela. Só o vazio.

- Você está enganado, Voldemort - disse Dumbledore. - Há muito mais do que você imagina. Há um mundo além deste, onde as almas dos justos encontram paz e felicidade. Há uma força maior do que você, que rege o destino de todos. Há uma magia mais poderosa do que a sua, que pode vencer o mal. Essa magia é o amor.

- O amor? - disse Voldemort, com desprezo. - O amor é uma fraqueza. Uma ilusão. Uma mentira. Eu não preciso de amor. Eu só preciso de poder.

- Você está errado, Voldemort - disse Harry, se juntando a Dumbledore. - Você precisa de amor. Você precisa de alguém que se importe com você, que te compreenda, que te perdoe. Você precisa de um amigo.

- Um amigo? - disse Voldemort, com escárnio. - Você quer ser meu amigo, Potter? Você quer me oferecer sua amizade, depois de tudo o que eu fiz a você e aos seus pais?

- Não - disse Harry. - Eu não quero ser seu amigo. Eu quero ser seu irmão.

- Seu irmão? - disse Voldemort, confuso.

- Sim - disse Harry. - Seu irmão. Nós somos da mesma família, Voldemort. Nós somos parentes distantes, descendentes dos irmãos Peverell. Nós compartilhamos o mesmo sangue, o mesmo legado, o mesmo destino.

- O que você está dizendo? - disse Voldemort, incrédulo.

- Eu estou dizendo a verdade - disse Harry. - Nós somos ligados por mais do que você pensa. Nós somos os herdeiros das Relíquias da Morte. Você tem a Varinha das Varinhas, eu tenho a Pedra da Ressurreição e a Capa da Invisibilidade. Juntos, nós temos o poder de controlar a morte.

- Isso é impossível - disse Voldemort. - Isso é uma lenda. Uma fantasia.

- Não é não - disse Harry. - É real. Eu posso provar.

Harry tirou do bolso a Pedra da Ressurreição e a girou três vezes na mão. De repente, uma luz brilhou na sala e duas figuras apareceram ao lado de Harry: seus pais, James e Lily Potter.

- Olá, filho - disse James, sorrindo.

- Olá, Harry - disse Lily, com ternura.

Harry sentiu uma onda de emoção ao ver seus pais novamente. Ele os abraçou com força e disse:

- Eu senti tanta falta de vocês.

- Nós também sentimos sua falta, Harry - disseram seus pais.

Eles olharam para Voldemort com tristeza e disseram:

- Olá, Tom.

Voldemort ficou paralisado ao ver os pais de Harry. Ele reconheceu-os como os bruxos que ele matou na noite em que tentou matar Harry. Ele sentiu um calafrio na espinha e um nó na garganta.

- Quem são vocês? - ele perguntou, com voz fraca.

- Nós somos os pais de Harry Potter - disseram James e Lily. - E nós somos seus tios.

- Meus tios? - repetiu Voldemort, atordoado.

- Sim - disseram James e Lily. - Nós somos irmãos de sua mãe, Merope Gaunt. Ela era nossa meia-irmã, filha do nosso pai com uma bruxa da família Gaunt.

- Isso é mentira - disse Voldemort. - Isso é uma armadilha.

- Não é não - disseram James e Lily. - É a verdade. Nós somos da mesma família, Tom. Nós somos sangue do seu sangue.

Voldemort sentiu uma pontada de dor no peito. Ele não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Ele não queria acreditar.

- Por que vocês estão aqui? - ele perguntou, com raiva.

- Nós estamos aqui para te ajudar, Tom - disseram James e Lily. - Para te mostrar o caminho certo.

- O caminho certo? Que caminho certo? O único caminho certo é o meu caminho! O caminho do poder! O caminho da glória! O caminho da vitória!

- Não, Tom - disseram James e Lily. - Esse é o caminho errado. O caminho da escuridão. O caminho da dor. O caminho da derrota.

- Cale-se! Cale-se! Cale-se! - gritou Voldemort, tapando os ouvidos.

Ele não queria ouvir mais nada daquelas vozes fantasmagóricas.

Depois, Harry e Dumbledore tentaram convencer Voldemort a se arrepender de seus crimes e a se reconciliar com sua família. Eles lhe contaram sobre a história dos irmãos Peverell, que criaram as Relíquias da Morte, e sobre o significado de cada uma delas. Eles lhe explicaram que a Varinha das Varinhas não era uma arma de destruição, mas um instrumento de criação. Eles lhe mostraram que a Pedra da Ressurreição não era um meio de escapar da morte, mas uma forma de honrar os mortos. Eles lhe revelaram que a Capa da Invisibilidade não era um escudo de covardia, mas um manto de proteção.

Eles lhe disseram que as Relíquias da Morte não eram objetos de poder, mas símbolos de sabedoria. Eles lhe ensinaram que a morte não era algo a ser temido, mas a ser aceito. Eles lhe falaram que o amor não era uma fraqueza, mas uma força.

Eles lhe ofereceram uma chance de mudar, de se redimir, de se curar.

Mas Voldemort recusou.

Ele se recusou a ouvir, a entender, a sentir.

Ele se recusou a se arrepender, a se reconciliar, a se perdoar.

Ele se recusou a mudar, a se redimir, a se curar.

Ele se agarrou ao seu ódio, ao seu medo, ao seu orgulho.

Ele se agarrou ao seu poder, ao seu plano, ao seu destino.

Ele atacou Harry e Dumbledore com toda a sua fúria, lançando maldições e feitiços sem piedade.

Ele iniciou uma batalha épica, que abalou os alicerces de Hogwarts.

Ele lutou até o fim, sem desistir, sem recuar.

Ele morreu como viveu: sozinho, amargo, vazio.

E assim termina a história de Natal com Harry Potter. Espero que você tenha gostado.

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