Christina Aguilera canta em “funeral” da carreira de J.K. Rowling

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Christina Aguilera canta em “funeral” da carreira de J.K. Rowling


Christina Aguilera divertiu os fãs de Yearly Departed ao relembraram tudo que foi “perdido” neste ano devido à pandemia do novo coronavírus. A cantora, então, encenou um funeral para a carreira de J.K. Rowling, autora da saga Harry Potter.

Na cena, as comediantes Phoebe Robinson, Rachel Brosnahan, Sarah Silverman e Tiffany Haddish estão em um funeral, até que uma delas assume o microfone e diz: “Eu normalmente não canto, então tenham paciência comigo”. Nesse momento, Christina Aguilera surge em meio a elas e se oferece para cantar.

A artista sobe ao palco e interpreta I Will Remember You no piano. Enquanto isso, é exibido um painel em memória a tudo o que perdemos em 2020, como abraços, férias, apertos de mão, encontros, saídas e usar sutiã. Em seguida, o destaque vai para a “morte” da carreira de Rowling, que se envolveu em várias polêmicas ao longo do ano.


A autora foi acusada de transfobia ao opinar sobre um artigo de um site chamado “Criando um mundo pós-Covid-19 mais igualitário para pessoas que menstruam”. Sobre o texto, Rowling tweetou: “Pessoas que menstruam. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas” escreveu ela, a qual completou com várias palavras que se assemelham à pronuncia de “mulheres”.

Após a repercussão, J.K. criticou a ideia de que o sexo biológico de alguém não é real. “Se o sexo não é real, então não existe atração pelo mesmo sexo. Se o sexo não é real, a realidade vivida por mulheres ao redor do mundo é apagada. Eu conheço e amo pessoas trans, mas excluir o conceito de sexo remove a habilidade de muitos discutirem suas vidas de maneira significativa. Não é ódio falar a verdade”, declarou.

Outro momento polêmico foi quando a britânica lançou o livro Troubled Blood, sob o pseudônimo de Robert Galbraith. A quinta obra do best-seller que envolve o personagem Cormoran Strike acompanha mais um dos casos do detetive, que dessa vez investiga um homem cis que, por vezes, se veste de mulher para cometer feminicídios.

Pouco tempo depois, ela chegou a divulgar uma loja online que tem posicionamento abertamente transfóbico. Os itens têm frases como “Ideologia trans invisibiliza mulheres”; “Notoriamente transfóbica” e “Mulheres trans são homens”.

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