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Autora de 'Harry Potter' agradece apoio de escritores que assinaram carta afirmando que ela é uma vítima de discurso de ódio


O autor Ian McEwan e o ator e escritor Griff Rhys Jones estão entre 58 signatários da carta, que afirma ser “o exemplo mais recente de discurso de ódio dirigido contra ela e outras mulheres" nas redes sociais.


J.K. Rowling agradeceu o dramaturgo Sir Tom Stoppard e a atriz Frances Barber, que assinaram uma carta dizendo que a autora de 'Harry Potter' é vítima de “uma tendência insidiosa, autoritária e misógina nas redes sociais”. O autor Ian McEwan e o ator e escritor Griff Rhys Jones também estão entre 58 signatários da carta, que afirma ser “apenas o exemplo mais recente de discurso de ódio dirigido contra ela e outras mulheres que o Twitter e outras plataformas permitem e endossam implicitamente”.


A autora de 'Harry Potter' atraiu fortes críticas por comentários sobre identidade de gênero, mas nega veementemente que seja transfóbica. Recentemente, a polêmica aumentou com o lançamento de 'Troubled Blood', o mais recente romance policial escrito por J.K. Rowling sob o pseudônimo de Robert Galbraith. No livro, ela apresenta um assassino com um fetiche por roupas femininas. A hashtag #RIPJKRowling virou trending topic no Twitter.

A carta também assinada pelo autor Lionel Shriver, os escritores Graham Linehan e Andrew Davies e os atores Alexander Armstrong, Ben Miller e James Dreyfus, diz: “Estamos assinando esta carta na esperança de que, se mais pessoas se posicionarem contra o ataque a mulheres online, podemos pelo menos tornar menos aceitável se envolver ou lucrar com isso". Respondendo no Twitter, Rowling escreveu: “Meu fim de semana foi pesado (no melhor sentido!) com a família e leve em ler notícias, então só percebi esta manhã que esta carta apareceu no Sunday Times ontem.

“Estou profundamente grata a todos os signatários, não apenas em um nível pessoal, (embora acredite em mim, eu sou EXTREMAMENTE grata nesse nível), mas porque os apoiadores estão mostrando solidariedade com todas as mulheres que estão se manifestando atualmente pelos seus próprios direitos e enfrentando ameaças de violência e até morte em troca. Esta é também uma oportunidade de expressar minha gratidão mais uma vez às milhares de pessoas que me enviaram e-mails pessoais e cartas de apoio. Estou tentando responder a todas elas, então, por favor, me perdoe se ainda não cheguei à sua!", escreveu J.K. Rowling.

A autora foi acusada de ser transfóbica após responder a um artigo intitulado “Criando um mundo pós-Covid-19 mais igualitário para pessoas que menstruam”. Ela twittou: “‘Pessoas que menstruam’. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude. Wumben? Wimpund? Woomud?”.

Rowling, 55 anos, defendeu seus comentários e disse: “Se o sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se o sexo não for real, a realidade vivida pelas mulheres em todo o mundo é apagada. Eu conheço e amo pessoas trans, mas apagar o conceito de sexo remove a capacidade de muitos de discutir suas vidas de forma significativa. Não é ódio falar a verdade". Ela foi criticada por estrelas como Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint.


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